Elegia ao desengano
Ria-se o riso incontrolável
Do degredo que espreitáva-me.
Gordo já era o demônio (...)
Tísica a minha felicidade.
Incontáveis foram os saidos da caixa;
Eu, porém , voltava ao cárcere.
Abri meus olhos às paredes de Pandora;
Solucei na escuridão que hospedáva - me.
Demasiado tarde, nada etéreo!
O demônio pesa-me nas costas;
E dentro da caixa de Pandora...
Cerrei a alma para sempre!






