segunda-feira, 27 de junho de 2011

Minha confusa madrugada



Alta madrugada, repenso o que fiz, enquanto na esquina o violão canta liberdade, meus conceitos são propósitos sem definições. Cada minuto, segundo e milésimo me fazem repensar, mas, o que fiz?, o violão da esquina já não se ouve mais, meus conceitos ainda são propósitos sem definições. Porque fiz, não quer dizer que eu tenha me superado em errar e não quer dizer que eu tenha acertado. Já amanhece o dia, o que fiz ainda é vago, mas, insisto em repensar, o sol escondido entre as serras que cortam a paisagem me mostra o que fiz e o que não deixarei de fazer. Sonhar foi o que fiz, mas, peço que alguém me acorde, porque, as vezes acordar de um sonho é a chance de começar um novo.

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